por qué no se callan?

«Ambos os códigos [Código Penal e Código do Processo Penal], portanto, têm sido os mesmos nas últimas décadas: um vai para 33 anos, outro para 25. (...) De estranhar, por isso, verem-se figuras gradas da democracia, que participaram na elaboração, aprovação e publicação dos ditos códigos, bramir contra as leis que eles próprios fizeram. Apodam-nas … Continuar a ler por qué no se callan?

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reputação e confiança

«Foi isso que aconteceu com Portugal e Espanha. Com a Irlanda também, embora com características diferentes – dívida sobretudo concentrada na banca, que financiou imobiliário dentro e fora do país. E, claro, com a Grécia, que beneficou da complacência europeia logo no momento da entrada, quando todos fecharam os olhos à manipulação das estatísticas que … Continuar a ler reputação e confiança

ainda a situação na grécia e os perigos que daí advêm

«É perigoso na Grécia: que estabilidade, que articulação, que jogo político sério pode resultar de tão estranha e indigesta aliança governamental, olhada – temos de o repetir mil vezes, todos os dias, a toda a hora! – com tanta e tão amorosa complacência? Um casamento sulfúrico consumado num país à beira de todos os abismos – … Continuar a ler ainda a situação na grécia e os perigos que daí advêm

crise da política

Exceptuando a proposta que atribui representatividade, no Parlamento, aos votos em branco, subscrevo na íntegra este texto. «Há certamente mais elementos para uma reforma da política em Portugal, mas a lei eleitoral e o financiamento dos partidos estão no topo da lista. Para tal será necessário um grande movimento da opinião pública (e publicada) para … Continuar a ler crise da política