desculpe… importa-se de repetir?

sócrates maioria absoluta«“Rigor, desde logo, na despesa, porque essa é a forma última de garantir a sustentabilidade de longo prazo das contas públicas. (…) Rigor, também, no cumprimento do Pacto de Estabilidade e Crescimento. (…) Múltiplos instrumentos poderão ser usados, mas o rigoroso controlo da despesa e o combate à fraude e à evasão fiscal serão, sem dúvida as traves-mestras da nossa ação“.

“Mas também a transparência. A transparência e a sustentabilidade das contas públicas são essenciais para a credibilidade externa e interna da governação. Finalmente, a verdade. Pagar impostos é obrigação de cidadania; mas conhecer a verdade sobre as contas do Estado é um direito dos cidadãos. O país conhecerá a verdade sobre a situação orçamental”, prometeu o primeiro-ministro no discurso de tomada de posse.»

Passados seis anos, as contas públicas estavam como se sabe, não existiu qualquer rigor e a transparência deu lugar a opacidade.

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