livros que vou lendo (7)

george jonas - vingança

“Munique – A Vingança”, de George Jonas

Sinopse:

«Avner era um agente com apenas vinte e seis anos de idade, quando abandonou a relativa obscuridade do que fora até então a sua existência para liderar uma equipa de agentes especializados, cuja missão era localizar, perseguir e eliminar os responsáveis pelo massacre de onze atletas terroristas, perpetrado durante os Jogos Olímpicos de Munique, em 1972. Munique – A Vingança é a espantosa descrição de como toda essa operação foi montada, e revela o modo impiedoso e extraordinariamente eficaz como o grupo levou a cabo essa sua missão, perseguindo os seus alvos palestinianos e executando-os com timings perfeitos.

Mas o livro torna também evidente a outra face dessa mesma moeda: o terrível paradoxo que emerge sempre que aqueles que detêm o poder resolvem enfrentar o terrorismo utilizando as suas mesmas tácticas.»

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um bluff que correu mal

grecia-euro«Para já, temos de ser claros e não ter medo das palavras. O governo grego capitulou em toda a linha. Jogou, ameaçou, fingiu, desafiou, insultou, arriscou e, no fim, percebeu-se que tudo não passou de um enorme “bluff”. O Syriza ameaçou ser a arma de destruição maciça do euro, o bombista-suicida que poderia fazer implodir o euro e uma parte do projecto europeu se as suas condições não fossem aceites. Afinal, a última coisa que Atenas queria era sair do euro. Afinal, a última coisa de que Atenas pode prescindir é do financiamento dos restantes países do euro para sobreviver. Afinal, o único plano económico e financeiro que Tsipras tem desde o início é pedir dinheiro aos mesmos de sempre pelo menor encargo possível. E quando não se tem um plano B, quando não se está verdadeiramente disposto a virar o tabuleiro do jogo e sair porta fora, quando não se sabe o que fazer se aquela negocição falhar mesmo não se coloca a fasquia à altura que Atenas a colocou.» (daqui)