fusão e cisões

assembleia-da-repc3bablica«No PS, pelo contrário, a perspectiva é de uma cisão a prazo. O apoio suicidário de António Costa a Sampaio da Nóvoa alienou completamente a ala mais moderada do PS, que naturalmente encarou a candidatura de Maria de Belém como uma tábua de salvação. Neste momento os militantes do PS batalham mais em torno do seu candidato presidencial do que pela vitória nas legislativas, o que demonstra que António Costa não conseguiu unir o partido. A sua traição a Seguro tão cedo não será esquecida e ganhe ou perca no dia 4 de Outubro, os riscos de uma cisão no PS são evidentes.

Depois da implosão do Bloco em pequenos partidos, e da emergência de Marinho Pinto, é a unidade do PS que está agora em causa. Corremos assim o risco de ter no parlamento uma direita completamente unida e uma esquerda fracturada em múltiplos partidos. Neste quadro, só uma maioria de direita assegurará a governabilidade do país.» (daqui)

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