os ressentidos (ou os ressabiados)

CostaAoSol«Ora, por mais que se teorize acerca dos porquês, a segurança social ou os cortes nos salários, esta “identificação muito significativa” que ocupou as manchetes resume-se, concretamente, à partilha de um adversário comum – Passos Coelho. Entre Costa e Ferreira Leite, os motivos serão diferentes (políticos ou pessoais), assim como ambos terão propostas e soluções distintas. Mas este ponto inicial é, de facto, significativo. Na política, muito mais do que na vida, inimigo de meu inimigo meu amigo é. Pacheco Pereira, aliás, personifica esta máxima. Os restantes seguem-na.

Dito isto, e estratégias políticas à parte, o que sobra deste espectáculo é lamentável. A força do ódio e do ressentimento. As agendas pessoais. A menorização voluntária de figuras partidárias de grande relevo. O cinismo do aproveitamento político. O recurso sucessivo a argumentos de autoridade. E, no final, para quê? Afinal, quantos votos valem Capucho, Pacheco Pereira e Ferreira Leite ao PS? Se calhar, para nada. Se calhar, nenhum.» (daqui)

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