redundâncias

ScreenShot342A propósito desta polémica do momento (contratos de associação), já muito se disse e se escreveu e muito mais se irá dizer e escrever. Do que já li e ouvi, há opiniões que fazem sentido e outras nem tanto. Há comparações que se podem fazer e outras que se devem evitar.

Antes de escrever alguma coisa, e para que fique registado, sempre frequentei estabelecimentos de ensino públicos, desde o ensino básico até ao universitário, e nada tenho contra a escola pública. Como em todas as organizações, as escolas e as universidades são constituídas por pessoas. E pessoas boas e más encontramo-las em todo o lado, seja no ensino público ou no particular. Mas, como não sou entendido na matéria, evito “cagar” grandes postas de pescada sobre a mesma… No entanto, há um aspecto que gostava de deixar à consideração.

Aquilo que o actual governo está a fazer com os estabelecimentos de ensino particular e cooperativo é, pura e simplesmente, aplicar o princípio do utilizador/pagador. Quem quiser frequentar os estabelecimentos de ensino particular terá de pagar, uma vez que o Ministério da Educação não vai financiar a abertura de turmas em concelhos onde exista oferta pública. Independentemente da qualidade de ensino oferecida por uns e por outros.

Convém é que noutras questões sejam coerentes e mantenham a mesma linha de actuação. Por exemplo, quando se colocar em discussão a isenção de portagens nas ex-scut’s. É que o dinheiro dos nossos impostos não deve ser gasto em redundâncias. Mesmo que sejam de melhor qualidade…

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