reféns do estatismo

Rui-Ramos-300x300«Não, em Portugal não é um populismo ainda por aparecer que ameaça a democracia: é o estatismo que já apareceu, é o estatismo que um Estado enorme torna praticável, é o estatismo que uma sociedade enfraquecida torna irresistível, é o estatismo que só nas necessidades de financiamento externo tem um ponto fraco. Sem petróleo, depende da Comissão Europeia e do BCE. Mas basta-nos a Comissão Europeia e o BCE para sermos livres?

É por isso que a chamada “liberalização” em Portugal, isto é, a limitação do poder do Estado para absorver recursos e criar rendas, não é só uma questão económica: é fundamentalmente, e acima de tudo, uma questão política, uma questão de liberdade.» (daqui)

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