uma parceria imprudente

joão miguel tavares«(…) por que aceita Marcelo desempenhar o papel de ventríloquo de António Costa?

Será porque gosta muito de Costa? Porque odeia Passos? Porque acha que é o melhor para o país? Porque não quer chatices? Não tenho uma boa resposta – sei apenas que esta osmose é absurda e perigosa. Uma coisa é o Presidente da República desejar “estabilidade”. Até hoje, todos os presidentes da República desejaram “estabilidade”. Outra coisa, inteiramente diferente, é o palácio de Belém assinar uma inédita PPP (Parceria Presidente Primeiro-ministro) com o palácio de São Bento, nos seguintes termos: o segundo vende ao primeiro toda a argumentação acerca do espectacular estado do país; o primeiro compra essa versão e vende-a a todos os portugueses como se fosse sua e, portanto, “neutra”. Mais. Esta PPP até já vem com o seu credit default swap incluído, na figura do comentador e conselheiro de Estado Marques Mendes, que tem vindo cada vez mais a desempenhar o papel de avalista mediático do Presidente – e conspirador ocasional.» (daqui)

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