farto…

NunoMelo«Fica então explicado que quando o PSD e o CDS detinham uma maioria expressa em mandatos, confirmada pública e formalmente no apoio ao Governo da coligação, Jorge Sampaio tenha dissolvido o Parlamento, cinco meses depois de dada posse a Pedro Santana Lopes. Estava farto, farto, farto. E porque estava farto, mandou a Constituição às “urtigas”. Isto é, não demitiu o Governo, pela simples razão de que não podia. E não podendo, como confessado 12 anos mais tarde, fez batota e dissolveu o Parlamento, sem razão objetiva que lhe pudesse ser imputável. Valorizou o capricho. Fê-lo, com a mesma facilidade com que atribuiu condecorações a metro – 2374 em 10 anos, à média de duas por dia – entre elas a Camilo Mortágua, Grande Oficial da Ordem da Liberdade, apesar dos assaltos, apesar das mortes, apesar da LUAR, apesar das ocupações e a Isabel do Carmo, com a mesma Ordem, apesar das Brigadas Revolucionárias e apesar de mais assaltos, em abundantes episódios de vidas cheias que por certo, na avaliação, deixaram Jorge Sampaio eufórico. Entre estados de alma, as coisas passaram-se assim.» (daqui)

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