cobardia geral

antonio-barreto«Na recordação do 25 de Novembro, que há de mais impressionante é o modo como tanta gente se acovarda hoje. Até o Parlamento e os grupos parlamentares recusaram recordar formalmente esta data, porque entenderam que a data “dividia” os Portugueses! Ora, a data é imprescindível para a democracia. Tanto quanto o 25 de Abril. Esta não é uma obra de investigação académica ou jornalística, é um trabalho de comemoração, congratulatório e de reflexão sobre as consequências de tão importante acontecimento da história recente. Aliás, essa “obra” de investigação, levada a cabo por historiadores académicos ou por jornalistas profissionais, ainda falta. Há muitos episódios concretos e muitos pormenores que são pouco ou nada conhecidos. Neste livro, todavia, há aspetos novos ou questões geralmente pouco abordadas. Por exemplo, a importância do 25 de Novembro para as Regiões Autónomas, para a sua estabilidade e para a pacificação naquelas regiões particularmente sensíveis, é um dos aspetos olhados de maneira nova.» (daqui)

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para que a memória perdure

0507-Germany-Auschwitz-guard_full_600Há outros, mas o extermínio de judeus e de outras minorias pelo regime nazi ficará para sempre associado a Auschwitz (ou a Auschwitz-Birkenau), onde morreram entre um milhão e 1.500.000 de pessoas.

Foi libertado há 70 anos pelos soviéticos!

Auschwitz-birkenau-main_trackO “Expresso” recuperou, dos seus arquivos, um texto escrito em 1995, quando se comemorava o cinquentenário da libertação do campo, «onde alguns dos sobreviventes evocam o drama e se reflete sobre um episódio julgado impensável.»

«Mal foi terminado o campo de Auschwitz, concebido inicialmente como “ligeiro”, logo se transformou num campo de extermínio. Ainda durante a fase de construção, entre Março de 1941 e finais de Janeiro de 1942, desapareceram do campo sem deixar rasto 18 mil prisioneiros. Não era em vão que o subcomandante do campo, Karl Fritz, costumava dizer aos recém-chegados: “Isto não é um sanatório, mas sim um campo de concentração alemão; daqui não se sai senão pela chaminé.” De facto, os presos morriam de fome devido à tortura e ao trabalho extenuante, sendo os corpos cremados.»

almeirinenses na primeira grande guerra

10606228_884499118226911_4372189443304500752_nPara efeitos de publicação de um trabalho a propósito da GRANDE GUERRA 1914-1918, solicitava aos meus/nossos conterrâneos do CONCELHO DE ALMEIRIM [incluindo as suas freguesias, naturalmente], que tiverem conhecimento de um seu familiar ter participado neste conflito o favor de enviarem mensagem via Facebook, [nome/nascimento/falecimento] … se quiserem adicionar uma breve nota biográfica (ou um episódio curioso) será bem vindo. Antecipadamente o meu/nosso muito obrigado!

 A informação poderá ser enviada para os seguintes endereços: ferverissimo@gmail.com ou eugogas@gmail.com.