é o “libération”, não o “le figaro”

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«Um político “duvidoso”, “sempre borderline”, “sanguíneo, autoritário e de estilo cintilante à la Sarkosy”. É assim que o jornal francês “Libération” descreve José Sócrates, num artigo, publicado esta quinta-feira, sobre a detenção do ex-primeiro ministro português.» (daqui)

Se tivesse sido o “Le Figaro” a escrever estes epítetos, por certo que não faltariam críticas vindas dos acérrimos defensores do “engenheiro”.

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