livros que vou lendo (18)

velho e o mar

“O Velho E O Mar”, de Ernest Hemingway

Sinopse:

«Santiago, um velho pescador cubano, está há quase três meses sem conseguir pescar um único peixe, quando o seu isco é finalmente mordido por um enorme espadarte. O peixe imponente resiste, arrasta a sua canoa cada vez mais para o alto mar, na corrente do Golfo, e obriga a uma luta agonizante de três dias que o velho Santiago acabará por vencer, para logo se ver derrotado. Com uma linguagem de grande simplicidade e força, Hemingway retrata nesta aventura poética a coragem humana perante as dificuldades e o triunfo alcançado apesar da perda. Comovente romance, obra-prima de maturidade de Hemingway, O Velho e o Mar recebeu o Prémio Pulitzer em 1953 e desempenhou um papel essencial na obtenção pelo seu autor, um ano mais tarde, do Prémio Nobel da Literatura.»

livros que vou lendo (14)

verão perigoso

“Um Verão Perigoso”, de Ernest Hemingway

Sinopse:

«Em 1959, a revista Life encarregou Ernest Hemingway de fazer a cobertura de um acontecimento extraordinário que ia ter lugar em Espanha, durante esse Verão. Com efeito, estava previsto que aí se defrontassem, na arena, dois dos maiores e mais célebres toureiros de todos os tempos, Antonio Ordóñez e Luís Miguel Dominguin. Para Hemingway, tratava-se de retomar um tema clássico: um campeão lendário que enfrentava um jovem que o vinha desafiar. Hemingway viveu durante alguns meses junto dos dois toureiros e do seu círculo de amizades. E a reportagem que escreveu, muito maior do que aquela que a revista lhe tinha encomendado, acabou por tornar-se neste livro, uma das suas obras-primas e o seu derradeiro grande livro, antes de suicidar-se no ano seguinte. Verão Perigoso completa a série de livros que Hemingway dedicou à arte do toureio. Os outros dois são O Sol Nasce Sempre (Fiesta) e Death in the Afternoon

livros que vou lendo (12)

"Paris É Uma Festa", de Ernest Hemingway

“Paris É Uma Festa”, de Ernest Hemingway

Sinopse:

«Paris é uma Festa encontra-se na linha da melhor tradição de Hemingway. A visão a um tempo lúcida e desencantada da vida, ombreando paradoxalmente com a confiança e a plenitude dos anos de criação, o retrato objetivo de muitos dos grandes escritores da nossa época que, como ele, respiravam no ar de Paris o melhor estímulo de aprendizagem e formação, a evocação dessa cidade incomparável, com os seus bistros, os seus velhos castanheiros, os cais, os boulevards, as pontes, imprimem a Paris é uma Festa um lirismo saudoso e pungentemente dramático. Aí encontramos o jovem Hem, no começo de uma carreira que se ignorava se terminaria na ignomínia ou na glória. Aí o encontramos, de algibeiras vazias e a cabeça povoada de sonhos, atento aos mais simples prazeres da vida. Aí o encontramos, ainda moço e rebelde, pronto a invadir o mundo e a sacudi-lo com os abalos da sua rebeldia genial.»

true love

hemingway-midnight in paris«I believe love that is true and real creates a respite from death. All cowardice comes from not loving or not loving well which is the same thing and when a man who is brave and true looks death squarely in the face like some rhino hunters I know or Belmonte, who is truly brave, it is because they love with sufficient passion to push death out of their minds. Until it returns, as it does to all men, and then you must make really good love again.»

(daqui)